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O Tribunal do Júri da Comarca de Colniza, presidido pelo juiz Guilherme Leite Roriz, condenou um homem a 17 anos e 5 meses de prisão, em regime fechado, pelo crime de homicídio qualificado por feminicídio e meio cruel. Como o réu aguardava o julgamento preso, o magistrado negou o direito de recorrer em liberdade.
O assassinato ocorreu em 23 de agosto de 2021, no distrito de Guariba. A vítima, bastante conhecida na comunidade, mantinha uma relação conturbada com o réu, marcada por agressões físicas e psicológicas.
No dia do crime, após uma discussão, o agressor arrombou a porta do quarto da companheira e a espancou com pauladas na cabeça, causando a morte da mulher. Em seguida, colocou o corpo na carroceria de uma caminhonete, cobriu com um colchão para disfarçar, seguindo até uma área de mata, onde descartou o corpo e ateou fogo para não deixar vestígios.
Na tentativa de despistar as investigações, o homem foi até a delegacia e registrou o desaparecimento da vítima. A polícia iniciou as buscas e, ao vistoriar a residência do casal, encontrou roupas do réu sujas de sangue, além de outros indícios do crime.
Imagens de câmeras de segurança mostraram o acusado jogando areia na carroceria da caminhonete, tentando esconder as marcas de sangue deixadas pelo corpo. Diante das evidências, ele foi preso em flagrante ainda em casa.
Além desse caso, o Tribunal do Júri da Comarca de Colniza realizou outras quatro sessões de julgamento no útlimo mês de janeiro.
Fonte: Assessoria/TJMT